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terça-feira, 12 de julho de 2011

Inverno Colorido


Essa make foi feita com delineadores coloridos em 3 camadas bem finas.

A primeira em preto, para marcar a raiz dos cílios, a do meio azul royal e a superior em

laranja para contrastar.
Foi aplicado 3 camadas de máscara

preta para cílios.

Blush pêssego e batom vermelho alaranjado.

Maquiadora. Renata Rubiniak
Fotógrafo Fernando Ducatti
Modelo Libiana Maronn
São Paulo SP

DICAS DE MAQUIAGEM PARA NEGRAS, RUIVAS, MORENAS, LOIRAS E ORIENTAIS.

MAQUIAGEM PARA NEGRA
Você pode não notar, mas a pele negra também sofre queimaduras do sol, então é super importante usar filtro solar sempre
Hoje muitas marcas de make estão atualizando seu arsenal e adicionando mais tonalidades de bases, pós e corretivos, deixando para trás aquelas bases com tonalidades acinzentadas que não valorizavam em nada a pele negra.
Marcas com vita derm tem diversas tonalidades de bases, procure o seu tom ideal.
É necessário evitar os corretivos muito brancos e procurar tons mais próximos do tom da sua pele. Da mesma forma, iluminadores muito claros podem destoar muito do tom de pele.
Como a pele negra tem tendência à oleosidade, procure usar produtos oil free (livres de óleo), bases para peles oleosas que deixam a pele aveludada e finalize a maquiagem com um pó para evitar que o brilho apareça.
Você ainda poderá usar uma loção antibrilho e oleosidade e deixar sua pele ainda mais sequinha e isso ajudará a fixar sua maquiagem por muito mais tempo.
Uma boa maquiagem na pele negra é aquela em que a pele é bem preparada. Por isso, procure escolher o tom da sua base, para que ela fique com o tom mais próximo da sua pele possível.
OUSE, FIQUE AINDA MAIS BELA!!!

Para realçar peles naturalmente escuras, é preciso tomar alguns cuidados. Errar a cor da base ou do pó pode deixar o rosto com um tom acinzentado, dando um aspecto envelhecido e apagando o brilho da pele.As bases ideais são aquelas puxadas para o marrom escuro, já que esse é o tom mais próximo do natural. Nada de usar bege ou tons marrons avermelhados: eles não favorecem o seu tipo. O pó também deve ser escuro. Lembre-se que este produto serve para tirar o brilho e uniformizar a maquiagem – e não para alterar a cor de sua pele.
-sombra:Tons quentes (como as tonalidades de marrom), os grafite e algumas cores mais claras (como o bege e o amarelo) para iluminar a área próxima à sobrancelha. O dourado também pode ser usado, mas vale lembrar: só à noite, e mesmo assim em look de festa. Os olhos das negras e mulatas ganham mais charme com rímel e delineador, que não devem ser dispensados.
-batom: Fique com os marrons, sua cor chave. Os acobreados também caem bem e, se você quiser arriscar um vermelho, prefira sempre os mais fechados, puxados para o vinho. Para uma produção mais exótica, batons marrons com um toque de dourado podem funcionar.
-blush: Escolha um blush marrom ou pó de efeito bronze nas maçãs do rosto.

MAQUIAGEM PARA RUIVAS


As ruivas também fazem parte da turma da pele clara. E, na maioria das vezes, têm sardas. Para combinar a maquiagem com essa pele delicada e o cabelo que chama a atenção, existem alguns truques:
Na hora de preparar a pele, não se deve brigar com as sardas. É importante manter as características. Bases muito escuras até conseguem escondê-las, mas vão deixar a expressão pesada. Então, deve-se escolher uma base mais clara e, de preferência, líquida, que vai apenas uniformizar a pele. Pelo mesmo motivo, o pó mais claro também é a melhor opção. É ele que combina melhor com a suavidade da pele
-sombra:Fique com os rosados, os marrons, terra e bege.Assim como as loiras, as ruivas devem tomar cuidado com o lápis e o rímel que, em excesso, podem comprometer o resultado final.
-batom:Cor de boca, marrons e os marrons avermelhados realçam a beleza das ruivas.Vale investir também nos acobreados principalmente se o cabelo puxar para esse tom.
-blush:Tons marrom, pêssego ou ferrugem (usados com suavidade)são os mais indicados para as ruivas.

MAQUIAGEM PARA MORENAS

Quem faz parte desse time tem sorte. É que as morenas ficam bem com quase todas as cores. Quer ver só? Na hora de escolher a base, a regra é a mesma: compre uma no tom exato da sua pele. Quando o assunto é pó, use também um da cor da sua pele.
-sombra:Tons marrom, preto e dourado (mas fique ligada: esse último só para grandes produções). Lápis e delineador podem ser usados sem medo, pois vão dar mais profundidade ao seu olhar.
-batom:Tons alaranjados, acobreados e vermelhos são bem-vindos. As morenas também podem usar um batom rosa, mas os maquiadores recomendam reservar essa cor para a noite.
-blush:Os melhores também são os rosados, os pêssegos e os marrons, que colorem sem brigar com o tom da pele.

MAQUIAGEM PARA LOIRAS

Quem é loira, geralmente tem a pele bem clara. Para elas o segredo é não carregar muito nas tintas, senão, o resultado pode ser muito artificial. Aprenda a não errar o tom: A base deve ser da mesma cor da pele. Essa história de querer ficar “bronzeada” com a maquiagem não dá certo. A não ser que você seja um expert em maquiagem.O pó também não pode ser escuro. Os melhores são os bem claros, quase transparentes.
-sombra:Nos olhos a dupla rosa e marrom também é a melhor pedida. Você também pode usar variações de bege na região próxima a sobrancelha, para iluminar o olhar.Cuidado com o lápis e o rímel: eles devem ser usados com suavidade, sem exageros, só para dar um realce a mais. Porém, fique sabendo que o azul celeste deixa pessoa loira com uma aparência mais velha.
-batom:Todas as cores de batons estão liberadas.À noite, vale ser mais ousada. Apele para os mais variados tons de rosa e ou até tente um vermelho nas ocasiões mais especiais.
-blush: O blush serve apenas para deixar o rosto com um ar de saúde e não deve brigar com o tom natural da pele. Marrom, rosa suave e pêssego são as melhores cores para as loiras.

MAQUIAGEM PARA ORIENTAIS

O segredo para esta maquiagem dar certo é ficar ligada na tom de pele – como ela costuma puxar para o amarelo,o truque é escolher as cores certas para ganhar em equilíbrio.A base pode ser clara ou pouquinho mais escura – isso vai depender do tom de pele, já que as orientais podem ser branquinhas ou até ser bem morenas. O pó vai pelo mesmo caminho, ou seja, deve combinar com a base e com o tom da sua pele.
-sombra:Tons bege, marrons e grafite são os tons de sombra mais indicados. Verdes e amarelos, por sua vez, devem ficar longe dos seus olhos – eles vão deixar a pele ainda mais amarelada.Lápis e delineador (só na pálpebra de cima, bem entendido) são fundamentais para deixar seus olhos mais expressivos. Passe o lápis branco dentro dos olhos (na cartilagem), pois abre o olhar.
-batom:Vermelhos são perfeitos para as orientais, em todos os seus tons. Os marrons também podem causar um bom efeito mas, nesse caso, escolha os tons mais escuros ou aqueles puxados para o laranja.
-blush:Escolha blush marrom ou dourado, pois afinam o rosto redondo.


By Gemeos Maquiadores

Tendências de Maquiagem Verão 2012































Olhos marcados com delineador preto ou colorido e boca natural vão bombar no verão.















Um pouquinho de brilho também não podia faltar..
Tons de cobre e marrom e rosa clarinho vão estar com tudo seja nas sombras ou no batom

As fãs do glitter e das maquiagens com um colorido especial podem comemorar! Um dos itens mais usados nos makes da estação passada, o glitter está de volta. Desta vez o colorido saiu dos olhos e das unhas e foi para a boca! Isso mesmo, agora o glitter não está mais presente apenas nas sombras e esmaltes. Você pode ousar com lábios brilhosos e de cores extravagantes! Essa é a proposta para o verão 2012

By Gémeos Maquidores..sa é a proposta para o verão 2012

terça-feira, 24 de maio de 2011

História da Maquiagem

Tudo começou no Egito...
É no antigo Egito que vamos encontrar os primeiros testemunhos do uso de cosméticos. Os faraós tinham nas perucas coloridas formas de distinção social e consideravam a maquilagem dos olhos ponto de destaque fundamental para evitar olhar diretamente para Rá, o deus -sol.



As misturas de metais pesados davam o tom esverdeado para impregnar e proteger as pálpebras dos nobres. É também com a civilização egípcia que surge a distinção: "Mulher de pele clara" e "Homem de pele escura". Cleópatra bem representou o ideal de beleza daqueles tempos. Carismática e poderosa, a Cleópatra imortalizou seu tratamento banhando-se em leite, cobrindo as faces com argila e maquilando seus olhos com pó de khol.

Pele clara, obsessão universal
Dizia-se que Popéia tinha a pele muito branca graças ao resultado de constantes banhos em leite de jumenta. Ela lançou moda e todas as romanas abastadas eram dadas às máscaras noturnas, onde ingredientes como farinha de favas e miolo de pão se combinavam ao leite de jumenta diluído para formar papas de beleza. Mas a verdade é que a bela complementava seus tratamento de clareamento da pele maquilando as veias dos seios e testa com tintura azul. Esta aparência translúcida foi imitada em misturas de giz, pasta de vinagre e claras de ovos durante muitas décadas.



Conta a lenda que Psyché foi buscar no inferno o segredo da pele branca da deusa Vênus, trazendo a cerusa, ou alvaiade, para compor suas fórmulas mágicas. Até a Renascença italiana esse mesmo alvaiade era usado durante o dia pelas lindas mulheres nobres, que à noite cobriam suas faces com emplastros de vitelo crú molhado no leite afim de minimizar os efeitos nocivos causados pelo alvaiade. O Kama Sutra, escrito entre os séculos I e IV, define a mulher ideal como Padmini, aquela que tem "...a pele fina, macia e clara como o lótus amarelo..." No Japão, do século IX ao XII, período de Heian, a valorização da pele branca era regra geral. Para obter a aparência extremamente clara as mulheres aplicavam um pó espesso e argiloso feito de farinha de arroz, chamado oshiroi. Depois passaram também à usar o beni, pasta feita do extrato de açafrão, para colorir as maçãs do rosto.

Aproximadamente em 150 a.c o físico Galeno criou o 1o creme facial do mundo, adicionando água à cera de abelha e óleo de oliva. Mais tarde o óleo de amêndoas substituiu o azeite e a incorporação de bórax contribuiu para a formação da emulsão, minimizando o tempo de processo. Estava aí a primeira base para sustentar os pigmentos de dióxido de titânio e facilitar a aplicação na face; nascia a base cremosa facial.

Começam os obstáculos...
Mas nem só de aprovação caminhou a história dos cosméticos coloridos. Na Roma antiga a indignação masculina frente aos artifícios femininos de usar produtos para maquilagem está registrada em obras imortais, como escreveu Ovídio "...Seu artifício deve permanecer insuspeito.

Como não sentir repugnância diante da pintura espessa em sua face se dissolvendo e escorrendo até seus seios? Por que tenho de saber o que torna sua pele tão alva?..." Andreas de Laguna, o médico espanhol do Papa Julius III, dizia que a maquilagem das mulheres era tão espessa que dava para cortar "a nata da torta de queijo de cada uma das bochechas"

A beleza entra na mira da igreja
Os líderes religiosos expressavam sua indignação contra o uso de artifícios coloridos. No relato de São Jerônimo fica evidente a reprovação do ato de maquilar-se, visto como força do mal e da impureza. "...O que faz essa coisa púrpura e branca no rosto de uma mulher cristã, atiçadores da juventude, fomentadores da luxúria, e símbolos de uma alma impura?..."

Propaganda enganosa X bruxaria
No final do século XVIII, o Parlamento inglês recebeu a proposta de uma lei que tentava impor sobre as mulheres a mesma penalidade por adorno que era imposta por bruxaria. O termo desobrigava de suas responsabilidades os maridos que haviam casado com uma "máscara falsa": "Todas as mulheres que à partir deste ato tirarem vantagem, seduzirem ou atraírem ao matrimônio qualquer súdito de Sua Majestade por meio de perfumes, pinturas, cosméticos, loções, dentes artificiais, cabelo falso, lã de Espanha, espartilhos de ferro, armação para saias, sapatos altos ou anquilhas, ficam sujeitas à penalidade da lei que agora entra em vigor contra a bruxaria e contravenções semelhantes e que o casamento, se condenadas, seja anulado..." É hilária a carta publicada no jornal britânico The Spectator, no ano 1711, onde um marido aflito desabafa... "Senhor, estou pensando em largar minha mulher e acredito que quando o senhor considerar o meu caso, a sua opinião será a de que minhas pretensões ao divórcio são justas.

Nunca um homem foi tão apaixonado como eu pela sua fronte, pescoço e braços alvos, assim como a cor azeviche de seus cabelos. Mas para meu espanto descobri que era tudo feito de arte: sua pele é tão opaca com esta prática, que quando acordou de manhã, mal parecia jovem o suficiente para ser mãe de quem levei para a cama na noite anterior. Tomarei a liberdade de deixá-la na primeira oportunidade, à menos que seu pai torne sua fortuna apropriada às suas verdadeiras , e não supostas, feições..." O rei Henrique VII mandava os pintores retratarem suas pretendentes matrimoniais, pedindo também às pessoas que cercavam a rapariga que respondessem um extenso questionário sobre a futura esposa.

As instruções previam saber como era o rosto, se estava pintada e se havia algo "perto dos lábios", referindo-se ao uso de batons e brilhos. Elizabeth I, a rainha virgem, que assim ficou famosa por ter morrido sem se casar, usou até o final de seus dias as faces cobertas de branco, as maçãs pintadas com círculos vermelhos bem definidos e a cabeça coberta por uma peruca de cabelo ruivo e dourado.

E a vaidade vence...
Mas apesar da postura radical da igreja e dos costumes rígidos, com os desenvolvimentos científicos o ato de pintar os lábios tornou-se moda desde o século XVII, quando as pomadas coloridas tornaram-se mais acessíveis e seguras. Ainda no século XVI a preocupação com higiene pessoal foi deixada de lado, o que ironicamente contribuiu para o crescimento do uso da maquilagem e dos perfumes.

O primeiro estilista surgiu no século XIX, quando um verdadeiro artista traz uma nova fonte de prestígio à moda; Charles Frederick Worth abriu sua loja em Paris em 1858, para vender modelos de casacos e sedas de primeira classe. A imperatriz Eugénie, esposa de Napoleão III era sua mais famosa cliente. Em 1885 é fundada a Chambre Syndicale de la Couture Parisienne, regulamentando a arte da alta costura. Paul Poiret, Madeleine Vionnet, Coco Chanel, Christian Dior, Cristóbal Balenciaga, Hubert Givenchy são alguns dos nomes que mudaram a história da moda no mundo, causando a necessidade de uma mudança de patamar na indústria de produtos para maquilagem.

Durante os 100 anos seguintes Paris firmou-se como autoridade em moda, trazendo para o mundo da maquilagem um novo alento. Podemos dizer que a popularização da moda aconteceu em 1892, com o lançamento da revista Vogue, tendo em seus primeiros números personalidades como Gertrude Vanderbilt Whitney, vestindo suas próprias roupas. Quando Condé Nasta comprou a revista, em 1909, a publicação passa à ter um enfoque mais atraente, mostrando objetos do desejo para todas as mulheres.

É somente no século XX, com os avanços da indústria química fina, que os cosméticos se tornam produtos de uso geral. Em 1921, Paris é palco de uma verdadeira revolução na história do batom; é primeira vez que um produto desta categoria é embalado num tubo e vendido em cartucho. O sucesso é tal que em 1930 os estojos de batom dominam o mercado americano, trazendo uma nova fase para o desenvolvimento destas formulações. A morena Marilyn Monroe usava maquilagem clara e pintava lábios vermelhos intensos, atraindo e intensificando sua feminilidade.

O maquilador americano Kevyn Aucoin conta que em 1967, ainda criança, quando confundiu a maquilagem branca -rosada intensa de uma vendedora de cosméticos com a aparência deixada pela aplicação de loção de calamina. Esta mistura de óxido de ferro vermelho e óxido de zinco era muito usada, na época, para aliviar o desconforto causado por picadas de insetos. A ingenuidade de Kevyn levou-o à comentar com a moça o quanto ele estava penalizado por sua dor! Como resposta deparou-se com um silêncio sepulcral, que só foi entendido pelo menino quando sua mãe, já a caminho de casa explicou que se tratava de maquilagem e não remédio... Na década de 70 as cores de maquilagem tornaram-se populares, acompanhando as coleções de alta-costura francesa, italiana e inglesa.

Cada vez que um grande costureiro lançava uma nova coleção de cores e formas para as roupas, lá vinha um tom de sombra específico para os olhos, uma nova cor de boca. Dior, Chanel, Yves Saint Laurent e todos os grandes fabricantes ousavam e enchiam os olhos das mulheres de todo o mundo com suas criações cada vez mais tentadoras. E é no final da década de 80 que entram em lançamento as fórmulas evoluídas para cosméticos pigmentados. Às beiras do novo milênio finalmente entram em cena fórmulas baseadas em tecnologia de vanguarda, cujo uso garante propriedades bem interessantes para nossa beleza, como proteção solar, umectação e controle do envelhecimento da pele.

Nos anos 90 a era do benefício visível ganha importância vital. A haute couture toma rumos inteligentes nesta nova era. Estilistas ingleses de vanguarda como John Galliano e Alexander McQueen vêm dar uma ventilada nas conservadoras Dior e Givenchy, alterando mais uma vez a história da moda & make-up. Hoje podemos nos beneficiar do produto que colore e trata a pele, limpa, perfuma e protege os cabelos, como nunca antes na história da humanidade. Yohji Yamamoto, Rei Kawakubo, Helmut Lang e Ann Demeulemeester apontam para uma nova era, a era da Beleza Inteligente, onde cada ser possa encontrar seu equilíbrio na roupa, no cheiro e na cor.